Oooi Blogzinho! Quanto tempo que não escrevo aqui!
Hoje, dia 1/6, visitamos juntos, eu, Dra. Matraca, Dr. Chorumelas, e Dra. Kika(nossa novata querida)...Pra começar, entramos no quarto da Cica, sim sim, a Cicarelli...mas ela tinha apenas 5 dedos em cada pé. Conversamos um pouco com ela, com a Dona Mãe, e o Sr. Pai...até que Matraca deu a idéia de cantarmos... o interessante é que de repente eles começaram a dizer que havia alguém me chamando lá fora do quarto, e que tinha uma nota de um real lá no chão do corredor...mas até agora ainda não achei nem a nota e nem quem estava me chamando. O que eu descobri foi que quando eu saía do quarto pra procurar a nota e quem me chamava, eles cantavam uma música me difamando. Tudo bem, tudo bem, pessoal...eu ainda amo vocês. E dei uma boa lição no Chorumelas...acho que ele aprendeu agora a me respeitar. E a Cica rindo até da música, acho até que cantou junto com eles. Bom, depois de cantorias, broncas, sorrisos, risadas e perdões...partimos para outro quarto, onde nos deparamos com 3 bebês, dois meninos e uma menina...a menininha estava com muita vergonha da gente...um dos bebês estava mamando e o outro(um pouco maiorzinho) estava se divertindo com as bolhinhas da Matraca. Foi então que o quarto virou um canil, fizemos cachorrinhos pra todo mundo e os deixamos em paz pra descansar um pouco. Como os novatos já estão freqüentando, aquela santa casa estava entupida de palhaço, e a pediatria já tinha sido toda visitada. Subimos então para o andar de cima (óbvio né, pro térreo é que não ia ser), onde visitamos a senhora importada do Japão, que estava acompanhada de sua filha(a qual disse que nos faria o enorme favor de levar o Chorumelas pro Japão com ela) e neste quarto estavam também a moça da coxinha acompanhando sua mãe, entre palhaçadas, conversas sérias e conversas em japonês, comecei a ser chamada de tábua de passar, pois segundo nosso amigo Chorumelas, a minha “leve falta de curvas” me fazia parecer uma tábua. Mais uma vez, tudo bem... não ofendeu. Assim, chegou então a Santa Casa de Franca Visitante Segundo Andar avisando a nossa amiga das coxinhas que ela tinha que ir pra casa fritar as coxinhas pra filha dela, e ela foi. Aproveitamos o embalo e fomos para próximo quarto, onde estava a mocinha dos cabelos cheios de perelequeques, dançamos a dança do quadrado, descobrimos que a dança do Créu é uma dança depravada(segundo a Gabi), pequenos detalhes íntimos e intrínsecos meus foram cruelmente discutidos no quarto, palhaçadas, piadas, conversas, e o riso frouxo da dona mãe e da dona Gabi...e tivemos que seguir pro outro quarto, onde havia quatro camas, então pedimos reforços, entramos e fomos conversar com a Dona Rosa, sim!! Dona Rosa!!! Rosa é flor! Igual Margarida... Devia ser minha parente, Chorumelas então, romanticamente fez uma rosa de papel toalha, mas não achou uma essência para perfumá-la, e deu a rosa para a Dona Rosa, que adorou o presente. Dra. Kika ficou enciumada com a rosa e fez também uma flor de bexiga, e o quarto ficou florido, porém, a Dona Rosa queria mesmo era um cachorro, Dra. Matraca começou a fazê-lo, mas percebemos que a probabilidade da bexiga estourar era grande, então ela deixou para o Chorumelas fazer o cachorro...e...adivinha???? Sim! A bexiga estourou. =/ Vergoonha alheia...e ainda por cima fizemos barulho. Mas tudo bem!
Enfim, esse relatório já tá virando um livro...Mas assim terminamos o nosso domingo...nos despedimos da Dona Rosa e de seu esposo, dos colegas de quarto...e partimos para a salinha. Fizemos a prece, em meio ao calor humano da salinha e seguimos cada um o seu rumo. Foi um bom domingo. =] Espero que tenhamos deixado sentimentos bons e besteiras úteis por onde passamos...e que alguém também deixe onde não passarmos.
Beijos, abraços e um ótimo dia, tarde, noite, madrugada, amanhecer, anoitecer, nascer do Sol, por do Sol, semana e fim de semana a todos. Exageradamente, Dra. Margarida.
Hoje, dia 1/6, visitamos juntos, eu, Dra. Matraca, Dr. Chorumelas, e Dra. Kika(nossa novata querida)...Pra começar, entramos no quarto da Cica, sim sim, a Cicarelli...mas ela tinha apenas 5 dedos em cada pé. Conversamos um pouco com ela, com a Dona Mãe, e o Sr. Pai...até que Matraca deu a idéia de cantarmos... o interessante é que de repente eles começaram a dizer que havia alguém me chamando lá fora do quarto, e que tinha uma nota de um real lá no chão do corredor...mas até agora ainda não achei nem a nota e nem quem estava me chamando. O que eu descobri foi que quando eu saía do quarto pra procurar a nota e quem me chamava, eles cantavam uma música me difamando. Tudo bem, tudo bem, pessoal...eu ainda amo vocês. E dei uma boa lição no Chorumelas...acho que ele aprendeu agora a me respeitar. E a Cica rindo até da música, acho até que cantou junto com eles. Bom, depois de cantorias, broncas, sorrisos, risadas e perdões...partimos para outro quarto, onde nos deparamos com 3 bebês, dois meninos e uma menina...a menininha estava com muita vergonha da gente...um dos bebês estava mamando e o outro(um pouco maiorzinho) estava se divertindo com as bolhinhas da Matraca. Foi então que o quarto virou um canil, fizemos cachorrinhos pra todo mundo e os deixamos em paz pra descansar um pouco. Como os novatos já estão freqüentando, aquela santa casa estava entupida de palhaço, e a pediatria já tinha sido toda visitada. Subimos então para o andar de cima (óbvio né, pro térreo é que não ia ser), onde visitamos a senhora importada do Japão, que estava acompanhada de sua filha(a qual disse que nos faria o enorme favor de levar o Chorumelas pro Japão com ela) e neste quarto estavam também a moça da coxinha acompanhando sua mãe, entre palhaçadas, conversas sérias e conversas em japonês, comecei a ser chamada de tábua de passar, pois segundo nosso amigo Chorumelas, a minha “leve falta de curvas” me fazia parecer uma tábua. Mais uma vez, tudo bem... não ofendeu. Assim, chegou então a Santa Casa de Franca Visitante Segundo Andar avisando a nossa amiga das coxinhas que ela tinha que ir pra casa fritar as coxinhas pra filha dela, e ela foi. Aproveitamos o embalo e fomos para próximo quarto, onde estava a mocinha dos cabelos cheios de perelequeques, dançamos a dança do quadrado, descobrimos que a dança do Créu é uma dança depravada(segundo a Gabi), pequenos detalhes íntimos e intrínsecos meus foram cruelmente discutidos no quarto, palhaçadas, piadas, conversas, e o riso frouxo da dona mãe e da dona Gabi...e tivemos que seguir pro outro quarto, onde havia quatro camas, então pedimos reforços, entramos e fomos conversar com a Dona Rosa, sim!! Dona Rosa!!! Rosa é flor! Igual Margarida... Devia ser minha parente, Chorumelas então, romanticamente fez uma rosa de papel toalha, mas não achou uma essência para perfumá-la, e deu a rosa para a Dona Rosa, que adorou o presente. Dra. Kika ficou enciumada com a rosa e fez também uma flor de bexiga, e o quarto ficou florido, porém, a Dona Rosa queria mesmo era um cachorro, Dra. Matraca começou a fazê-lo, mas percebemos que a probabilidade da bexiga estourar era grande, então ela deixou para o Chorumelas fazer o cachorro...e...adivinha???? Sim! A bexiga estourou. =/ Vergoonha alheia...e ainda por cima fizemos barulho. Mas tudo bem!
Enfim, esse relatório já tá virando um livro...Mas assim terminamos o nosso domingo...nos despedimos da Dona Rosa e de seu esposo, dos colegas de quarto...e partimos para a salinha. Fizemos a prece, em meio ao calor humano da salinha e seguimos cada um o seu rumo. Foi um bom domingo. =] Espero que tenhamos deixado sentimentos bons e besteiras úteis por onde passamos...e que alguém também deixe onde não passarmos.
Beijos, abraços e um ótimo dia, tarde, noite, madrugada, amanhecer, anoitecer, nascer do Sol, por do Sol, semana e fim de semana a todos. Exageradamente, Dra. Margarida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário